sábado, 28 de novembro de 2009

Feirinha de Bragança

domingo, 22 de novembro de 2009

A arte da persistência


Acreditar é o primeiro verbo para quem quer conseguir alguma coisa. Deve-se acreditar em si próprio para conquistar tudo que almeja. Medo, um pouco de dor e angústia é natural, porém não se deixe levar por esses sentimentos que desgastam cada um de nós.
A conquista é fruto de muita luta.
Acredite em si. Acredite e não desista, lute e logo terá o que tanto quer.
Persista nos seus sonhos...

domingo, 8 de novembro de 2009

Acontece que sou baiano - João Gilberto

Música do Dorival na voz doce do João Gilberto para alegrar o dia e trazer recordações...



domingo, 1 de novembro de 2009

A casa de Bernarda Alba

Fotografia de Jackie Brito


Teatro Municipal de Bragança, 30.10.09, 21 horas, pessoas na sala, na entrada, outras a tomar café, todas a espera da peça "A casa de Bernarda Alba".
Esta peça (1936) é a última e a terceira da trilogia de dramas folclóricos do escritor espanhol Federico Garcia Lorca.
A história desta peça é muito interessante. Lorca foi assassinado um mês depois de ter escrito a peça durante a Guerra Civil espanhola por forças do governo. A mesma só foi estreiada em 1945 em Buenos Aires e na Espanha somente em 1964.
A sirene tocou e as pessoas foram conferir a peça escrita em prosa e é um drama que divide-se em três atos, todos situados no interior da casa de Bernarda Alba em um pequeno povoado no interior da Espanha. Vive com suas cinco filhas – Angustias, Madalena, Amélia, Martírio e Adela e sua mãe, além de duas criadas que aparecem em toda história. Vale a pena conferir!

sábado, 24 de outubro de 2009

Será possível o mundo sem racismo?




Este é um pequeno trecho do filme Ó pai, ó! dirigido pela Monique Gardenberg e esta cena interpretada pelo Lázaro Ramos e Wagner Moura, mostra uma das coisas mais mesquinhas que podem existir na contemporaneidade: o preconceito racial.
Estes atos podem acontecer em qualquer lugar do mundo, por pessoas ignorantes, pequenas e sem noção, que da pior forma agride verbalmente o próximo, por se sentir superior devido a falta de melanina na pele, por exemplo, ou por características físicas, religiosas, étnicas que diferem das delas...
As leis existentes para punir esses indivíduos devem de fato serem executadas.Muitas vezes a vítima acaba ouvindo e deixando pra lá. Nem todos tem a coragem de falar o que o Roque (Lázaro Ramos) disse ao Boca (Wagner Moura). Seja qual for a discriminação, não se cale!

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Portugal


Estou a 15 dias aqui em Portugal. 15 dias sem poder abraçar as pessoas que deixei lá no Brasil... Quando lembro do dia no aeroporto... Nossa... Nem sei o porquê desta análise agora, mas é que estou a pensar nisso a alguns dias... da alegria da minha tia, da satisfação do meu tio, misturada com o choro da minha mãe, o abraço da minha irmã e os pensamentos do meu pai...

Foi um pouco estranho, ver aquelas 5 pessoas ficando ali estáticas, enquando eu andava em direção ao portão da sala de embarque... Não quis tirar fotos, não quis que muitas pessoas fossem... enfim...

É um pouco complexo para uma pessoa de 20 anos sair de casa de novo, e agora para um lugar distante, ter que se virar de fato, ter que ser seu melhor amigo próprio... É fato que morei sozinha desde os 17 anos, quando passei no vestibular, mas estava a 2horas da casa dos meus pais.

Durante o voo, tentava dormi, mas sempre me pegava em pensamentos e perguntas. Como será lá? O que vai ser de mim? Mas no fundo eu tinha uma certeza: de que estava fazendo o melhor.

Antes do voo, acabei por conhecer/encontrar uma menina da minha cidade (Conceição do Jacuípe - Bahia), e conversei com ela um pouco. É bom saber que enquanto deixei minha família, meu amigos... Ela estava deixando a família e o marido por 3 meses devido um curso que seria importantíssimo para a carreira dela...
Quando cheguei em Lisboa, fiz uma breve conexão, mas tive a sorte de ter a minha prima e o noivo dela a minha espera para um abraço solidário.

Estava prestes a ver o meu namorado... Ele iria me encontrar em Porto. Com ajuda de uma menina consegui colocar as minhas malas no carrinho... Fui empurrando depresa a procura daquele que tinha me despedido a última vez no aeroporto de Campinas... E agora um novo encontro...

Cheguei, apareci, várias pessoas por esperar seus familiares, amigos, e ele estava lá... a minha espera... putz... queria correr, voar pra dar o abraço que esperava a meses, a dias, a horas... Ele chegava com um sorriso sincero, tudo que precisava naquele dia. E quando nos encontramos...

Pronto. Depois de alguns carinhos, liguei para minha mãe, para minha prima. E pronto. Conheci o Porto com a melhor companhia (a quem tenho sempre a maior consideração e respeito).

Agora estou aqui, sentada no sofá amarelo na Pousada onde resido... Alguns brasileiros, alguns que converso, poucos em que vou criando confiança... E vou levando... Quero crescer e esse é meu objetivo; foi isso que vim fazer aqui: crescer.



P.S. Amigos, desculpa a ausência, agora que já estou instalada, retomo minhas análises, matérias, crônicas e tudo mais. Obrigada!

domingo, 30 de agosto de 2009

"O Brazil não conhece o Brasil. O Brasil nunca foi ao Brazil"

Essas são as primeiras linhas da música Querelas do Brasil interpretada pela cantora Elis Regina. E pensando nela resolvi fazer algumas ressalvas e questionamentos.



O Brazil não conhece o Brasil.

É pura verdade o quanto o Bra[z]il, estereotipado pelo mundo, não conhece o verdadeiro país, não consegue ver a miséria, a tristeza de cidadãos que dão duro todos os dias para ter o que comer no fim do dia. Enxerga apenas as graciosas mulatas sambando com pouca roupa... entre outros absurdos que já sabemos e que não precisa ressaltar aqui. Existe uma outra maneira do Bra[z]il enxergar o Brasil... muitos forasteiros acham que aqui vivemos numa guerra sem fim, que quando eles chegarem aqui eles vão morrer e coisa e tal.



O Brasil nunca foi ao Brazil.
Hunm... Bem interessante! Será que somos mesmo o que dizem lá fora? Será que conhecemos o Brazil?


E eu criaria outra linha para a música da Elis. E será que Bra[s]il conhece o Bra[s]il?